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Como fazer um laudo de ultrassonografia obstétrica: passo a passo e modelo

Escrito por Inspirali Pós Medicina | 05/08/2026
O exame termina quando o transdutor é retirado da paciente. Mas é o laudo que faz o conhecimento chegar às mãos de quem dará continuidade ao cuidado. Cada medida, cada descrição e cada conclusão orientam o médico solicitante, ajudam na tomada de decisão e contribuem para uma assistência segura à gestante e ao bebê. 
 

Por isso, elaborar um bom laudo vai muito além de preencher um formulário. É preciso seguir um método, registrar os achados de forma padronizada e comunicar apenas aquilo que realmente agrega valor à prática clínica.

Neste artigo, você conhecerá um modelo de laudo de ultrassonografia obstétrica desenvolvido pelos professores Dr. Manoel Sarno e Dr. Marcelo de Amorim Aquino, diretores da Escola de Imagem da Inspirali Pós Medicina. 

Esse material faz parte da formação prática oferecida pela instituição e costuma ser compartilhado com os médicos durante as aulas da Escola de Imagem, servindo como referência para a organização dos exames e para o desenvolvimento de laudos completos, claros e alinhados às boas práticas da especialidade.

Além de disponibilizar esse modelo, mostraremos um passo a passo para estruturar um laudo de ultrassonografia obstétrica, destacando os principais elementos que não podem faltar em cada etapa da avaliação.

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O que é um laudo de ultrassonografia obstétrica?

O laudo de ultrassonografia obstétrica é o documento que reúne e interpreta os principais achados obtidos durante o exame. 

Nele, o ultrassonografista registra informações sobre a vitalidade fetal, a biometria, a placenta, o líquido amniótico, o cordão umbilical, o Doppler e outros aspectos relevantes da gestação, apresentando uma conclusão que sintetiza o quadro clínico observado.

Indo além de um simples registro técnico, o laudo organiza as informações de forma padronizada para que o médico assistente compreenda rapidamente a situação da gestante e do feto. Por isso, clareza, objetividade e precisão são características indispensáveis em qualquer laudo de ultrassonografia obstétrica.

Qual é a função do laudo na prática clínica?

O principal objetivo do laudo de ultrassom obstétrico é comunicar os resultados do exame de maneira confiável. Embora o ultrassonografista seja o responsável por adquirir e interpretar as imagens, é o obstetra quem utilizará essas informações para acompanhar a evolução da gestação e definir a conduta clínica.

Um laudo bem estruturado facilita essa comunicação ao apresentar os achados em uma sequência lógica. Primeiro, contextualiza o exame com informações gerais da gestação. Depois, registra as medidas fetais e demais avaliações realizadas. Por fim, sintetiza tudo em uma impressão diagnóstica objetiva, permitindo que o médico identifique rapidamente os principais pontos do exame.

Além de orientar decisões clínicas, o laudo também documenta oficialmente os achados daquele momento da gestação, permitindo comparações com exames anteriores e o acompanhamento da evolução fetal ao longo do pré-natal.

Por que um laudo bem elaborado faz diferença na assistência à gestante?

Cada exame de ultrassonografia obstétrica representa um retrato da gestação naquele momento. Quando os achados são descritos de forma organizada e padronizada, o médico assistente consegue interpretar as informações com rapidez e segurança, reduzindo dúvidas e favorecendo uma tomada de decisão baseada em evidências.

Isso é especialmente importante em situações que exigem acompanhamento seriado, como restrição de crescimento fetal, alterações no líquido amniótico, avaliação Doppler ou monitoramento de gestações de alto risco. Pequenas variações nas medidas ou nos índices só podem ser corretamente interpretadas quando os laudos seguem um padrão consistente.

Na rotina da ultrassonografia na gestação, um bom laudo também fortalece a comunicação entre diferentes profissionais envolvidos no cuidado da paciente. Obstetras, especialistas em medicina fetal e outros membros da equipe passam a compartilhar uma linguagem comum, favorecendo um atendimento integrado e centrado na segurança da mãe e do bebê.

Passo a passo: aprenda como fazer um laudo de ultrassonografia obstétrica

Um bom laudo segue uma sequência lógica. Ao adotar um método, o ultrassonografista reduz a chance de omitir informações importantes, facilita a interpretação do médico solicitante e torna o documento mais completo e padronizado. 

A seguir, conheça os principais passos para elaborar um laudo de ultrassonografia obstétrica.

1º passo: identifique os dados do exame e da gestação

Todo laudo deve começar contextualizando o exame. Além dos dados de identificação da paciente e da data da avaliação, é importante informar a idade gestacional utilizada como referência, preferencialmente baseada no exame de primeiro trimestre quando disponível.

Também podem ser incluídas informações clínicas relevantes, como a indicação do exame, quando elas contribuem para a interpretação dos achados. Essa contextualização permite compreender em que momento da ultrassonografia na gestação o exame foi realizado e orienta a análise das medidas fetais.

2º passo: descreva a situação, a apresentação e a vitalidade fetal

Na sequência, registre as condições gerais do feto observadas durante o exame. O laudo deve informar se a gestação é única ou múltipla, além da situação fetal, da apresentação e da posição do dorso.

Também é fundamental registrar a presença de movimentos fetais e a frequência cardíaca fetal, indicando o valor encontrado em batimentos por minuto. 

Essas informações oferecem uma visão inicial da vitalidade fetal e ajudam o obstetra a interpretar o restante do ultrassom obstétrico.

3º passo: avalie a placenta, o cordão umbilical e o líquido amniótico

Outro passo importante é descrever as estruturas relacionadas ao ambiente fetal. Informe a localização da placenta, seu grau de maturidade quando aplicável e a inserção do cordão umbilical.

O volume do líquido amniótico também deve ser registrado utilizando o método adotado pelo serviço, como o maior bolsão vertical ou o índice de líquido amniótico. 

Em um exame de ultrassonografia obstétrica, essas informações complementam a avaliação do bem-estar fetal e podem indicar a necessidade de acompanhamento específico.

4º passo: registre a biometria fetal

A biometria fetal representa uma das etapas centrais do exame. Ela deve ser realizada de maneira sistemática, seguindo a técnica adequada para cada medida.

Entre os parâmetros mais utilizados estão o diâmetro biparietal, a circunferência cefálica, a circunferência abdominal e o comprimento do fêmur. 

Esses dados são utilizados para estimar a idade gestacional, acompanhar o crescimento fetal e servirão de base para o cálculo do peso fetal estimado.

5º passo: calcule o peso fetal estimado e analise os percentis

Após registrar a biometria, calcule o peso fetal estimado utilizando a fórmula adotada pelo equipamento ou pelo protocolo do serviço, como as curvas de Hadlock.

Entretanto, o peso isolado não basta. Sempre que possível, relacione esse valor aos percentis fetais, que indicam como o desenvolvimento do bebê se posiciona em relação a fetos da mesma idade gestacional.

Essa análise torna a avaliação do crescimento fetal muito mais consistente e facilita a identificação de desvios de crescimento.

6º passo: descreva os achados do Doppler obstétrico

Quando o exame incluir ultrassom obstétrico com Doppler, registre os vasos avaliados, os índices obtidos e a interpretação dos resultados.

Entre as avaliações mais frequentes estão o Doppler da artéria umbilical e o Doppler da artéria cerebral média, utilizados para investigar a circulação fetal e complementar a avaliação do bem-estar do bebê em diferentes situações clínicas.

Sempre que possível, apresente os valores encontrados e informe se eles estão dentro da faixa esperada para a idade gestacional.

7º passo: elabore uma impressão diagnóstica objetiva

A impressão diagnóstica é a síntese do exame. Em vez de repetir todas as medidas, ela deve destacar apenas os principais achados.

No laudo de ultrassom obstétrico, é recomendável resumir a idade gestacional, comentar se o crescimento fetal é adequado, informar o resultado da avaliação Doppler quando realizada e registrar eventuais alterações identificadas durante o exame.

Uma conclusão objetiva facilita a leitura e faz com que o médico assistente compreenda rapidamente os aspectos mais importantes da avaliação.

8º passo: revise a clareza e a padronização do texto

Antes de finalizar o documento, revise cuidadosamente todas as informações registradas. Confira medidas, unidades, idade gestacional, percentis e a coerência entre os achados descritos e a impressão diagnóstica.

Também vale verificar a padronização da linguagem utilizada. Um laudo médico claro, organizado e livre de inconsistências transmite segurança ao médico solicitante e contribui para uma comunicação eficiente entre os profissionais envolvidos no cuidado da gestante. Esse cuidado final faz parte da qualidade de qualquer laudo de ultrassonografia obstétrica.

Modelo de laudo de ultrassonografia obstétrica

A seguir, veja um modelo de laudo de ultrassonografia obstétrica fictício, mas que pode servir como exemplo e ser adaptado de acordo com as particularidades das suas pacientes:

 

Erros comuns ao fazer um laudo de ultrassonografia obstétrica

A elaboração de um laudo exige muito mais do que registrar medidas obtidas durante o exame.  

A forma como as informações são organizadas e interpretadas influencia diretamente a comunicação com o médico solicitante e, consequentemente, a assistência prestada à gestante.  

Conhecer os erros mais frequentes é uma forma de evitá-los e desenvolver uma rotina de trabalho mais segura.

Geralmente, as falhas mais comuns são:

Registrar medidas sem contextualizar os resultados

A biometria fetal fornece dados objetivos sobre o desenvolvimento do bebê, mas esses números não devem ser apresentados de forma isolada.  

Informar apenas o diâmetro biparietal, a circunferência abdominal ou o comprimento do fêmur, sem relacioná-los à idade gestacional ou às curvas de referência, reduz o valor clínico do exame.

Sempre que possível, utilize os percentis fetais e os padrões de crescimento adotados pelo serviço. Eles permitem avaliar se as medidas estão compatíveis com a evolução esperada da gestação e tornam a interpretação muito mais consistente.

Omitir informações sobre placenta, cordão ou líquido amniótico

Outro erro frequente é concentrar o laudo apenas nas medidas fetais e deixar de registrar estruturas fundamentais para a avaliação obstétrica.

A localização da placenta, seu grau de maturidade quando aplicável, a inserção do cordão umbilical e a avaliação do líquido amniótico normal fazem parte da análise global da gestação e devem constar em qualquer ultrassonografia obstétrica de rotina.  

Mesmo quando não há alterações, documentar esses achados demonstra que eles foram avaliados durante o exame.

Apresentar uma conclusão vaga ou incompatível com os achados

A impressão diagnóstica deve resumir os principais resultados encontrados durante o exame. Quando a conclusão é excessivamente genérica, contradiz as medidas apresentadas ou simplesmente repete todo o conteúdo do laudo, ela perde sua função principal: orientar rapidamente o médico solicitante.

Um bom laudo de ultrassonografia obstétrica sintetiza as informações relevantes de forma objetiva, mantendo total coerência com os achados descritos ao longo do documento.  

Antes de finalizar o texto, vale conferir se a conclusão realmente representa o que foi observado durante o exame.

Não revisar unidades, percentis e idade gestacional

Pequenos erros de revisão podem comprometer a qualidade do laudo. Informar uma unidade incorreta, registrar um percentil incompatível com as medidas ou utilizar uma idade gestacional diferente daquela adotada como referência pode gerar interpretações equivocadas.

Essa conferência é especialmente importante na avaliação do crescimento fetal e do peso fetal estimado, já que esses parâmetros dependem diretamente da idade gestacional e das curvas de referência utilizadas.  

De tal forma, uma revisão final reduz inconsistências e aumenta a confiabilidade do documento antes de sua liberação ao médico assistente.

Como desenvolver segurança para elaborar laudos obstétricos

Escrever um bom laudo é uma habilidade desenvolvida com estudo, método e prática. Quanto maior a familiaridade do médico com a realização do exame e a interpretação dos achados, maior será sua confiança para produzir documentos claros, completos e úteis para a tomada de decisão clínica.

Muito além de decorar uma estrutura, é importante compreender o raciocínio que orienta cada etapa da avaliação. Esse processo pode ser acelerado quando o aprendizado acontece em ambientes que simulam a rotina profissional e permitem discutir casos reais.

Aprenda a seguir uma sequência durante o exame

Quem está aprendendo como fazer ultrassonografia obstétrica costuma concentrar grande parte da atenção na obtenção das imagens. No entanto, desenvolver um método para conduzir o exame faz toda a diferença também na elaboração do laudo.

Seguir sempre a mesma sequência — dados gerais, vitalidade fetal, placenta, líquido amniótico, biometria, Doppler e impressão diagnóstica — reduz a chance de esquecer informações importantes e torna a interpretação muito organizada.

Essa sistematização é um dos pilares ensinados em um bom curso de ultrassonografia obstétrica, pois aproxima o aprendizado da rotina encontrada na prática clínica.

Observe casos reais e discuta os achados com professores

A experiência prática é um dos fatores que contribuem para a segurança do ultrassonografista. Observar diferentes perfis de pacientes, acompanhar exames em tempo real e discutir os resultados com profissionais experientes ajuda a desenvolver o raciocínio clínico necessário para interpretar situações diversas.

Em um curso de ultrassonografia para médicos, esse processo ganha ainda maior valor quando os professores explicam não apenas o que observar na imagem, mas também como transformar esses achados em um laudo objetivo e clinicamente relevante.

Na Escola de Imagem da Inspirali Pós Medicina, por exemplo, os alunos acompanham demonstrações práticas, analisam casos reais e têm contato com modelos de laudos utilizados na rotina profissional. Dessa forma, o aprendizado se aproxima da realidade do consultório e dos serviços de diagnóstico por imagem.

Relacione aquisição de imagem, interpretação e escrita do laudo

A qualidade de um laudo de ultrassom obstétrico começa muito antes da escrita. Ela depende da obtenção de imagens adequadas, da identificação correta das estruturas anatômicas e da interpretação criteriosa dos achados.

Essas três etapas são inseparáveis. Uma medida obtida de forma inadequada compromete a análise clínica, enquanto uma interpretação incorreta resulta em conclusões equivocadas, mesmo quando o texto está bem estruturado.

Por isso, o desenvolvimento em ultrassonografia obstétrica deve integrar técnica, raciocínio clínico e comunicação. Quando essas competências evoluem em conjunto, o médico produz laudos consistentes, transmite segurança ao obstetra solicitante e contribui para uma assistência qualificada à gestante e ao bebê.

Conheça os cursos da Escola de Imagem da Inspirali Pós Medicina

Aprender ultrassonografia exige contato com casos reais, orientação de professores experientes e uma formação alinhada à rotina médica. Na Escola de Imagem da Inspirali Pós Medicina, os alunos participam de aulas teóricas, demonstrações práticas e discussões de casos para desenvolver segurança na realização dos exames e na elaboração dos laudos.

Entre as formações oferecidas está o curso de Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia, voltado para médicos que desejam aprofundar seus conhecimentos na avaliação da saúde feminina e da gestação.  

A Escola também oferece cursos de Ultrassonografia Geral, Musculoesquelética, Ecografia Doppler Vascular, Ultrassonografia Dermatológicae Imagem da Mama

Conheça os cursos da Escola de Imagem da Inspirali Pós Medicina e encontre a formação ideal para a sua carreira.

Conteúdo bônus: entenda a ciência por trás da ultrassonografia

Por que dois médicos podem interpretar o mesmo exame de maneiras diferentes? A resposta não está apenas na qualidade do equipamento, mas também no conhecimento técnico, na leitura das imagens e no raciocínio clínico desenvolvido pelo profissional.

Para aprofundar esse tema, a Inspirali Pós Medicina disponibiliza gratuitamente a aula "Ultrassonografia diagnóstica: do efeito piezoelétrico à inteligência artificial", ministrada pelo Dr. Wagner Iared, coordenador da Pós-Graduação em Ultrassonografia Geral da Escola de Imagem.

Durante a aula, o professor explica os fundamentos físicos da ultrassonografia, o funcionamento dos transdutores, os principais artefatos de imagem e o papel da inteligência artificial na evolução do diagnóstico por imagem.

Assista gratuitamente e amplie sua compreensão sobre a tecnologia que está por trás de cada exame de ultrassonografia.

O que é um laudo de ultrassonografia obstétrica?

É o documento elaborado pelo médico ultrassonografista que registra os achados do exame, incluindo biometria fetal, avaliação da placenta, do líquido amniótico, do cordão umbilical e, quando indicado, do Doppler obstétrico.

O que deve constar em um laudo de ultrassonografia obstétrica?

Um laudo completo deve apresentar a identificação do exame, dados gerais da gestação, biometria fetal, avaliação da placenta, do cordão umbilical, do líquido amniótico, exames Doppler quando realizados e uma impressão diagnóstica coerente com os achados.

Como interpretar a biometria fetal?

A biometria fetal reúne medidas como diâmetro biparietal, circunferências cefálica e abdominal e comprimento do fêmur. Esses parâmetros são comparados com a idade gestacional para avaliar se o crescimento fetal está dentro do esperado.

O que significa o percentil fetal no laudo?

O percentil fetal indica como as medidas do bebê se posicionam em relação a uma população de referência para a mesma idade gestacional, auxiliando na avaliação do crescimento fetal.

Qual é a importância do Doppler obstétrico?

O Doppler permite avaliar o fluxo sanguíneo entre mãe, placenta e feto, fornecendo informações importantes sobre a circulação fetal e placentária em gestações que exigem acompanhamento específico.

Por que é importante avaliar a placenta e o líquido amniótico?

Essas estruturas fazem parte da avaliação global da gestação. Alterações na placenta ou no volume do líquido amniótico podem fornecer informações relevantes para o acompanhamento obstétrico.

Quais são os erros mais comuns na elaboração de um laudo obstétrico?

Entre os principais erros estão registrar medidas sem contextualizá-las, omitir informações importantes, apresentar uma conclusão incompatível com os achados e não revisar idade gestacional, percentis e unidades de medida.

Como ganhar segurança na elaboração de laudos obstétricos?

A segurança é desenvolvida por meio de uma formação estruturada, prática supervisionada, discussão de casos clínicos e adoção de um método padronizado para realizar o exame e organizar o laudo. 

Um curso de ultrassonografia obstétrica ensina a elaborar laudos?

Sim. Além da técnica para obtenção das imagens, um bom curso aborda a interpretação dos achados e a elaboração de laudos claros, completos e compatíveis com a prática clínica.

Onde fazer um curso de ultrassonografia para médicos?

A Escola de Imagem da Inspirali Pós Medicina oferece cursos de Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia, Ultrassonografia Geral, Musculoesquelética, Ecografia Doppler Vascular, Ultrassonografia Dermatológica e Imagem da Mama, com aulas teóricas, demonstrações práticas e discussão de casos clínicos.